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Autor Tópico: Garagem do Buckrog: "NOVO" Lotus Exige S3 Roadster - GT Spirit (2013)  (Lida 393789 vezes)

Offline buckrog

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Re: A Garagem do Buckrog: Lotus Elan Cabrio (1962) - Sunstar
« Responder #720 em: 04 de Fevereiro de 2012, 00:19:35 »



Mais umas …

























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Visitem a garagem do Buckrog, que vale bem a pena...
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Offline Miguel_V40

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Re: A Garagem do Buckrog: Lotus Elan Cabrio (1962) - Sunstar
« Responder #721 em: 04 de Fevereiro de 2012, 00:39:36 »
   Mais uma beldade  [:happy72:] [:happy72:]

Tens uma garagem de sonho  [:whistle:]

Gostei da peça pela cor e pelos farois escamoteaveis num sun star... Muito bom  [:happy14:] [:happy14:]

Offline TeeJay

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Re: A Garagem do Buckrog: Lotus Elan Cabrio (1962) - Sunstar
« Responder #722 em: 04 de Fevereiro de 2012, 00:45:20 »
Os faróis escamoteáveis são um bom pormenor, mas de facto este Lotus merecia um bocadinho mais de detalhes, é um carro muito bonito!


Offline RicardoR

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Re: A Garagem do Buckrog: Lotus Elan Cabrio (1962) - Sunstar
« Responder #723 em: 04 de Fevereiro de 2012, 08:43:19 »
Parece-me bem conseguido. Sinceramente gosto mais de o ver em amarelo mas este Sun-Star está muito bem conseguido. Não me importava nada de ter este pequeno british na minha garagem. Realmente a tua colecção é só bom gosto!

Offline Commendatore

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Re: A Garagem do Buckrog: Lotus Elan Cabrio (1962) - Sunstar
« Responder #724 em: 04 de Fevereiro de 2012, 11:20:42 »
É uma colecção de muito bom gosto, sim senhor! Gostei muito deste Elan, bem fiel ao original. Os faróis escamoteáveis, como no original, são uma grande mais-valia  [:happy14:]

Offline Skotch

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Re: A Garagem do Buckrog: Lotus Elan Cabrio (1962) - Sunstar
« Responder #725 em: 04 de Fevereiro de 2012, 11:32:50 »
Gostei, sim sr, belissimo modelo... A Sunstar até não se safa nada mal!!! [:happy14:]

 [:happy72:]

Offline LandCarlos

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Re: A Garagem do Buckrog: Lotus Elan Cabrio (1962) - Sunstar
« Responder #726 em: 04 de Fevereiro de 2012, 17:24:00 »
Oh Rogério, isto faz-se??!! Porque é que me mostras estas coisas que ainda por cima nem sabia que existiam??!! Realmente a tua garagem começa a ser um caso sério de bom-gosto! Este Elan é só mais uma prova disso! Achei a mini bastanye competentem adorei vê-la nesta côr e de facto, um Sunstar com faróis escamoteáveis... Impecável! Gostei também fas jantes e do apontamento em cinza no pára-choques!

Muitos parabéns, cada vez mais fã da tua garagem!  [:happy72:]

Offline Penrys

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Re: A Garagem do Buckrog: Lotus Elan Cabrio (1962) - Sunstar
« Responder #727 em: 04 de Fevereiro de 2012, 20:08:19 »
A sunstar faz peças muito competentes e esta é mais uma prova disso, gostei de ver os faróis funcionais e os vidros nas portas  [:wink01:]

Offline thecollector

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Re: A Garagem do Buckrog: Lotus Elan Cabrio (1962) - Sunstar
« Responder #728 em: 04 de Fevereiro de 2012, 20:22:54 »
Parabéns! Realço, acima de tudo, a cor da miniatura! É uma cor invulgar neste tipo de miniatura, mas foi, na minha opinião, uma aposta ganha pela Sunstar
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Re: A Garagem do Buckrog: Lotus Elan Cabrio (1962) - Sunstar
« Responder #729 em: 04 de Fevereiro de 2012, 21:02:16 »
Realmente esse Elan parece-me muito bem conseguido! À excepção do motor que me parece faltar ali algo e os cintos no mesmo molde dos bancos, até me parece muitíssimo bem conseguido! [:happy72:]

Offline buckrog

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Re: A Garagem do Buckrog: Lotus Elan Cabrio (1962) - Sunstar
« Responder #730 em: 08 de Fevereiro de 2012, 23:38:07 »

Obrigado pelos comentários, companheiros!


Agora segue mais um Citroen, e dos raros… uma coisa para verdadeiros apreciadores!


Citroen GS birotor (1973)


O Citroen GS (1970-1980) e o restyling GSA (1979-1986) foram carros de grande sucesso da Citroen no segmento dos pequenos familiares na década de 70 e 80.

O GS foi eleito Carro Europeu do Ano de 1971 e era provavelmente o carro tecnologicamente mais avançado da sua classe quando foi lançado, destacando-se claramente no conforto, segurança e aerodinâmica. O GS teve grande aceitação no mercado e foi mesmo o modelo Citroën mais vendido por muitos anos. Ao longo da sua vida, foram produzidos perto de 2,5 milhões de unidades: 1.896.742 GS e 576.757 GSA.

Quando surgiu, o carro preenchia a enorme lacuna na gama Citroën entre os carros económicos 2CV (e Ami) e o nível superior do DS. No entanto, esta lacuna foi evidente durante demasiado tempo (praticamente 15 anos).

O estudo de um pequeno familiar Citroen tinha-se iniciado em 1960 com o projecto "C60". Este projecto evoluiu em várias formas durante toda a década de 60 estudando-se várias soluções como um motor Wankel e a típica suspensão hidropneumática, mas teve várias vicissitudes. A título de exemplo, em 1963, o "Projecto F" estava perto de chegar à produção, mas houve alguns atrasos e a Citroen acabou por suspendê-lo porque o carro era muito semelhante ao Renault 16, que foi lançado em 1965. Muito do trabalho desse projecto prosseguiu para o Projecto G", que se tornou mais tarde o GS.

O GS foi concebido pelo designer "da casa" Robert Opron e foi sempre algo controverso. Esteticamente, o GS tinha poucas semelhanças com qualquer outro carro no mercado, até ao lançamento do Citroen CX em 1974. O design era o de uma berlina (essencialmente um saloon, mas com três janelas laterais), mas num estilo fastback com uma cauda cortada (kamm tail, como se dizia na época). Em todo o caso, o espaço na mala era excepcionalmente grande, em parte devido ao posicionamento da roda suplente na parte superior do motor e não na traseira. O carro tinha também a melhor aerodinâmica da época.

O GS era oferecido em duas gamas, o Club como modelo de entrada e o Pallas com mais equipamento, vidros fumados e estofos melhorados. A partir de Setembro de 1971, surgiu também a carrinha e mesmo um comercial de apenas duas portas.

A suspensão independente nas quatro rodas era relativamente sofisticada e permitia um compromisso entre comportamento e conforto inigualável na época, apesar de montar pneus bastante estreitos (de fábrica Michelin ZX 145SR15). Esta suspensão hidráulica auto-nivelante, derivada do DS, mantinha a altura ao solo estável independentemente da carga e permitia que o carro pudesse subir a sua altura ao solo em terrenos acidentados e a baixas velocidades. Havia mesmo uns anúncios interessantes na época sobre a capacidade de passar por cima de obstáculos inultrapassáveis para outros carros e de andar em 3 rodas, salientando a sua segurança activa de primeiro nível. Se tiverem curiosidade vejam este link:

http://www.youtube.com/watch?v=v9Vp-Y6Ue3w&feature=results_main&playnext=1&list=PLAF9C79EB4FFE5881


Por outro lado, o sistema hidráulico central alimentava também os travões de disco nas quatro rodas e a avançada suspensão hidro-pneumática auto-nivelante, derivada do Citroën DS. A travagem tinha também uma funcionalidade que aumentava ou diminuia a pressão de travagem em conformidade com o volume de carga, sem qualquer diferença perceptível na pedal. Dito isto, o sistema necessitava de alguma habituação, porque a potência de travagem era enorme e o curso do pedal relativamente pequeno.

O veículo tinha tração dianteira e motores boxer de 4 cilindros refrigerados a ar, algo verdadeiramente invulgar na época. Estavam disponíveis vários pequenos motores de 1015, 1129 e mais tarde de 1222 e 1299cc e com potências que iam dos 55 aos 66cv. Com uma caixa de quatro velocidades, o GS atingia velocidades máximas de 151 km/h com um motor de 1.222cc, devido à sua aerodinâmica muito cuidada.

Quando o carro foi lançado houve várias críticas de que estava submotorizado. A Citroën procurou minorar a questão com a introdução, em Setembro de 1972, de um motor de maior cilindrada com 1.222cc, fazendo subir a potência de 55cv para 60cv. Em todo o caso, foi o aumento de binário que realmente marcou a diferença e permitiu aumentar as relações de caixa e melhorar também a velocidade máxima.

Em 1979, a Citroen fez um restyling ao GS, surgindo o GSA. Houve muitas modificações estéticas de pormenor com uma nova grelha, novos pára-choques, novas ópticas e farolins traseiros, puxadores de portas, entre outras. No interior, surgiu também um novo painel de instrumentos com os controlos mais habituais em satélites à esquerda e direita do volante (em vez de em botões na consola), de modo a que pudessem ser alcançados sem mover as mãos do volante, característico da Citroen e de um só braço, tudo com grandes semelhanças com o CX, que entretanto tinha sido lançado.

Com a introdução do GSA, surgiu também uma caixa de 5 velocidades, que permitia velocidades de cruzeiro mais confortáveis e com maior economia (a velocidade máxima subiu para 164 km/h). Apesar de serem carros de potência relativamente baixa, a verdade é que eram surpreendentemente muito agradáveis de conduzir, em parte devido ao binário muito razoável. O meu pai teve um GSA de 1.299cc e posso garantir que o carro tinha um andamento em estrada excelente, devido ao elevado binário de que dispunha.

GS Birotor
O GS birotor, também apelidado Citroen GZ, foi lançado em 1973 e representava uma classe à parte do GS. O motor wankel birotor foi produzido em conjunto com a NSU e tinha uma potência de 107cv, o que o colocava claramente no topo da gama. Este motor destacava-se pela entrega de potência muito suave, complementando bem a suavidade “luxuosa” da suspensão hidropneumática da Citroen. Tendo em conta o seu posicionamento superior, o birotor também foi modificado em muitos aspectos para além do motor por forma a distinguir-se dos “seus irmãos” menos potentes. Era equipado com travões de disco às quatro rodas, ventilados à frente, com rodas diferentes de cinco parafusos ao invés de três, uma caixa semi-automática de três velocidades e um interior mais luxuoso.

Infelizmente, o birotor foi (estranhamente) posicionado em termos de preço desconfortavelmente acima do DS, que era maior, mais rápido e mais económico. Este nível de preço e o facto de o carro não ser muito económico num contexto de subida do preço do petróleo (o choque petrolífero foi em 1974) também não ajudou ao sucesso do carro e foi um dos factores que acabou por selar o seu destino.

A versão birotor vendeu muito pouco e foi rapidamente retirada do mercado depois de ter atingido apenas 847 unidades vendidas. As vendas foram tão decepcionantes que a Citroen tentou mesmo comprar de volta os birotor, pois não queria ter que suportar o pós-venda (com garantia de peças de substituição no futuro) de um modelo tão diferente em termos de motor. Apesar desse esforço de recompra por parte da Citroen, alguns destes carros “especiais” sobreviveram nas mãos de coleccionadores.

Para terminar, vale a pena referir que o GS/GSA foi o antecessor do mais recente BX, que já foi mostrado aqui no Fórum.







Citroen GS birotor (1973) - Otto

A miniatura é uma Otto (edição limitada a 1250 exemplares) e como é habitual nas criações da marca, é em resina e muito boa no exterior e no interior, mas selada. É muito fiel aos detalhes do carro real, nomeadamente no exterior.

O carro está carregadinho de detalhes muito bem conseguidos, de que se destacam os faróis dianteiros e traseiros, os puxadores das portas, os autocolantes e a resistência no vidro traseiro, os cromados em geral. Como defeitos apontaria apenas o facto de a suspensão estar talvez um pouco alta para o meu gosto, embora nivelada entre a frente e a traseira. Mas estes carros com suspensão hidráulica são imprevisíveis (eh!eh!) e as fotos dos reais demonstram isso mesmo. Assinalo também, já agora, um ligeiro defeito no acabamento da moldura das ópticas dianteiras do lado esquerdo. Nas fotos, pode ver-se uma ligeira falta de simetria entre o lado direito e esquerdo. As jantes são uma parte menos “rica”, mas as fotos do real demonstram que também eram simples. O interior parece-me muito bem, como habitualmente…

Tudo somado, parece-me bem conseguida, provavelmente das melhores Otto e para mim, já se sabe, era obrigatória. Espero que gostem…

























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Offline buckrog

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Re: A Garagem do Buckrog: Citroen GS birotor (1973)
« Responder #731 em: 08 de Fevereiro de 2012, 23:41:33 »

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Offline LandCarlos

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Re: A Garagem do Buckrog: Citroen GS birotor (1973)
« Responder #732 em: 09 de Fevereiro de 2012, 01:42:51 »
Mais um Citroën fantástico! O dacto de ser selado já me incomodou mais, gostei muito do interior e da grelha frontal! Aquele pormenor do autocolante no vidro traseiro está excelente! Quanto à suspenção, de facto parece algo alto mas não vem mal ao mundo por causa disso! Adorei, só a tua garagem para ter um destes!  [:happy72:]

Offline Caldas

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Re: A Garagem do Buckrog: Citroen GS birotor (1973)
« Responder #733 em: 09 de Fevereiro de 2012, 09:08:57 »
Não há duvidas que eles trabalham muito bem [:happy72:]

Com os modelos que eles fazem e o cuidado que eles tem na produção. Deixavam a resina e faziam diecast mesmo, tinham tudo para ter um grande sucesso.

Offline armenio

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Re: A Garagem do Buckrog: Citroen GS birotor (1973)
« Responder #734 em: 09 de Fevereiro de 2012, 09:20:08 »
Ora Viva!

Adorei!
Ficava tão lindo cá em casa  [:cheesy:].

Fica sabendo que sempre que vejo a tua garagem fico com uma pontinha de inveja  [:whistle:].
Inveja da Boa  [:happy14:].

Parabéns pela aquisição.

Aquele Abraço,

Arménio Soares