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Autor Tópico: Garagem do Buckrog: "NOVO" Lotus Exige S3 Roadster - GT Spirit (2013)  (Lida 393799 vezes)

Offline jpsantiago

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Re: A Garagem do Buckrog: Porsche 911S Troutman&Barnes "avô do Panamera" (1967)- BoS
« Responder #3465 em: 28 de Março de 2016, 09:28:41 »
Bela e curiosa peça, gostei muito de ver!

A miniatura está muito bem conseguida, apesar de estar talvez um pouco abaixo do nível da GT Spirit, como referes... os frisos dos vidros são o que está menos bem conseguido, realmente... Mas o resto compensa!

A diferença do  tamanho para o Panamera é abismal! Lado a lado é que se tem mesmo a noção...

Não é um automóvel de beleza intemporal, há mesmo quem diga que é feio  [:lol02:] mas é muito curioso e diferente, e só por isso vale a pena! E é bem mais bonito que o Panamera (também não é dificil)  [:cheesy:]

Parabéns pela bela e invulgar miniatura, Rogério  [:happy14:]

Offline TeeJay

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Re: A Garagem do Buckrog: Porsche 911S Troutman&Barnes "avô do Panamera" (1967)- BoS
« Responder #3466 em: 29 de Março de 2016, 11:33:20 »
É mesmo uma peça muito original! Adoro esta geração do 911, e esta versão é uma derivação muito divertida.

A miniatura não parece má, penso que os cromados e o tamanho excessivo das jantes serão as maiores críiticas a apontar. Penso que também o interior podia ter materiais melhores. Ainda assim, no conjunto merece nota positiva  [:happy14:]

Offline Petrelli

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Re: A Garagem do Buckrog: Porsche 911S Troutman&Barnes "avô do Panamera" (1967)- BoS
« Responder #3467 em: 29 de Março de 2016, 13:34:00 »
Conforme tinha dito no tópico de entradas, desconhecia a existência deste "pré-panamera".
Está muito bem conseguido e, tirando algum sobredimensionamento das jantes, parece-me uma peça muito competente.
Obrigado por nos mostrares esta peça pouco vulgar! [:happy72:]

Offline BoxexasFerrari

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Re: A Garagem do Buckrog: Porsche 911S Troutman&Barnes "avô do Panamera" (1967)- BoS
« Responder #3468 em: 29 de Março de 2016, 13:45:48 »
Boas

Já aprendi algo hoje! Também não tinha conhecimento deste modelo!

Se já é bonito na versão normal, esta aqui ainda melhor é!

Abraço

Offline marcio

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Re: A Garagem do Buckrog: Porsche 911S Troutman&Barnes "avô do Panamera" (1967)- BoS
« Responder #3469 em: 29 de Março de 2016, 19:39:00 »
Boas.belissimo porsche gostei do vermelho no interior, jantes devia ser umas raiadas  [:happy14:] bela dupla com o filho panamera, excelente compra  [:babado:]

Offline rodrinoc

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Re: A Garagem do Buckrog: Porsche 911S Troutman&Barnes "avô do Panamera" (1967)- BoS
« Responder #3470 em: 29 de Março de 2016, 20:55:30 »
Boa representação de um modelo que me deixou bastante intrigado.

Desconhecia completamente este protótipo da Porsche.

O único que conhecia, que se aproximaria do que temos hoje em dia, o Panamera, era o 989.



Contudo, miniatura bem castiça, gostei do combo de cores e as fotos estão porreiras, a evidenciar o que interessa.

Parabéns pela aquisição!  [:happy14:]
« Última modificação: 29 de Março de 2016, 20:57:38 por rodrinoc »

Offline RicardoR

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Re: A Garagem do Buckrog: Porsche 911S Troutman&Barnes "avô do Panamera" (1967)- BoS
« Responder #3471 em: 30 de Março de 2016, 01:16:11 »
Ena antigo mas novidade! Gosto disto! Não conhecia este devaneio do Dick [:dah:]
A peça é bonita (embora gostasse mais do castanho com as Fuchs), tem um exterior bem conseguido sendo o seu ponto fraco os interiores. Em teoria numa peça selada, a atenção tende a redobrar sobre todos os detalhes visíveis.
Contudo, este é sem qualquer sombra de dúvida um modelo interessante, muito adequado à tua colecção.
Muito boa entrada [:happy14:]

Offline pjot

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Re: A Garagem do Buckrog: Porsche 911S Troutman&Barnes "avô do Panamera" (1967)- BoS
« Responder #3472 em: 30 de Março de 2016, 19:17:24 »
Gostei bastante de ver! Não conhecia este modelo... Nem este nem esse 989 mas gostei de ambos!  [:happy72:]

Offline buckrog

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Re: A Garagem do Buckrog: Porsche 911S Troutman&Barnes "avô do Panamera" (1967)- BoS
« Responder #3473 em: 02 de Abril de 2016, 16:30:02 »
Bom, obrigado pelos comentários, malta.

Este é de facto um carro especial e uma mini especial...
O mundo está cheio de coisas bonitas...


Visitem a garagem do Buckrog, que vale bem a pena...
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Offline Legolas

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Re: A Garagem do Buckrog: Porsche 911S Troutman&Barnes "avô do Panamera" (1967)- BoS
« Responder #3474 em: 02 de Abril de 2016, 23:00:50 »
gostei do Techart, nao fosse eu a ter um... e de azeiteiro nao tem nada... haja opinioes melhor formadas!

o M3 é brutal, nunca apanhei um desses infelizmente, e agora os preços são para esquecer! bela cor tambem!

e este Panamera old-style? fantastico... nao gosto mt da combo de cores, mas é uma miniatura castiça e urgente de estar por aí!

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Offline ClioWilliams

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Re: A Garagem do Buckrog: Porsche 911S Troutman&Barnes "avô do Panamera" (1967)- BoS
« Responder #3475 em: 03 de Abril de 2016, 00:45:39 »
Tão sui generis que para mim é impossível não gostar desta miniatura. A combo de cores dá-lhe classe, adoro a inclusão da matrícula do Texas, e o molde parece-me bastante bem conseguido. No entanto, vêem-se melhores interiores num Otto (acho-o muito plastificado e bastante pobre em detalhe, principalmente nas quartelas e no tablier) e as jantes parecem-me sobredimensionadas, embora aqui já tenha algumas reservas uma vez que as white walls geram alguma confusão.  [:confused59:]

Excelente entrada, um 1:1 completamente desconhecido para mim até ter-me deparado com este post. Parabéns Rogério!

Offline Carreiras

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Re: A Garagem do Buckrog: Porsche 911S Troutman&Barnes "avô do Panamera" (1967)- BoS
« Responder #3476 em: 03 de Abril de 2016, 10:13:36 »
Excelente miniatura e modelo.

Só é pena não ser funcional

Offline RM_Correia

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Re: A Garagem do Buckrog: Porsche 911S Troutman&Barnes "avô do Panamera" (1967)- BoS
« Responder #3477 em: 04 de Abril de 2016, 10:27:24 »
Desconhecia este peça e é mesmo muito curiosa de apreciar, boa adição em termos de história  [:happy14:]

Offline buckrog

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Re: A Garagem do Buckrog: Porsche 911S Troutman& "avô do Panamera" (1967)- BoS
« Responder #3478 em: 04 de Abril de 2016, 21:45:02 »
Desconhecia este peça e é mesmo muito curiosa de apreciar, boa adição em termos de história  [:happy14:]

Boas! Vocês já sabem que eu adoro trabalhar para a enciclopédia.... [:whistle:]
« Última modificação: 06 de Abril de 2016, 22:09:06 por buckrog »
O mundo está cheio de coisas bonitas...


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Offline buckrog

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Re: A Garagem do Buckrog: Citroen CX 2400 GTI (1977) - Norev
« Responder #3479 em: 09 de Abril de 2016, 22:38:26 »
Ora cá estou eu outra vez com um Citroen, daqueles para apreciadores…

Citroen CX 2400 GTI (1977)

O Citroën CX sucedeu ao DS e foi produzido entre 1974-1991, vendendo quase 1,2 milhões de unidades durante os seus 16 anos de produção. O CX foi eleito Carro Europeu do Ano em 1975.

O carro foi lançado nas versões de quatro portas, tendo surgido depois, em 1975, uma station wagon e uma versão alongada, com maior distância entre eixos para utilizações tipicamente de luxo (limusines). Já agora, lembram-se das ambulâncias? Foram lançadas em 1976, bem como a versão carrinha de 7 lugares chamada de Familiale Estate.

O CX constituiu um sucesso razoável para a Citroen numa fase inicial e conquistou clientes para além da base de clientes leais do DS, disponibilizando “às massas” a tecnologia do avançado, mas menos prático, Citroën SM, de que já falámos aqui no Fórum.

O carro foi desenhado por Robert Opron, com linhas algo inspiradas no seu antecessor (DS). Mecanicamente, o carro era um dos mais modernos do seu tempo, combinando a suspensão hidro-pneumática auto-nivelante com uma direcção assistida variável com a velocidade (que tinha sido introduzida pela primeira vez sobre o Citroën SM), e um design único no interior. Destacam-se por exemplo os “satélites” laterais ao volante que permitiam ao condutor accionar os vários comandos sem tirar as mãos do volante. Convenhamos que este design único, nem sempre foi bem compreendido pelos que não eram amantes da marca.

A suspensão era particularmente sofisticada, suave e silenciosa. A revista britânica Car descreveu a sensação de conduzir um CX como pairar sobre as irregularidades da estrada como um navio atravessando o oceano. Esta suspensão foi mesmo utilizada sob licença pela Rolls-Royce e pela Mercedes no 450SEL 6.9.

O CX tinha um motor colocado transversalmente, o que poupava espaço face ao motor longitudinal do Traction Avant e do DS, o que permitia que fosse 20 cm mais curto que este último, embora não parecesse à primeira vista. Ainda assim, a versão normal não tinha espaço suficiente para as pernas nos lugares traseiras para funcionar como uma verdadeira limusine com motorista (um uso comum para o espaçoso DS), pelo que em 1975 a Citroën introduziu uma versão 25 cm mais longa, o Prestige, que tinha a distância entre eixos da carrinha. Na prática, o Prestige oferecia mais espaço nos lugares traseiros do que qualquer outro carro de série e em 1977 ganhou mesmo um tecto mais elevado para melhorar ainda mais o conforto nos lugares traseiros, conquistando o seu lugar como o carro de diplomatas e chefes de estado. Em Portugal, por exemplo, a Presidência da Republica adquiriu um (ver foto a seguir de um na Exposição Carros da Presidência que se realizou na Central Tejo em Belém).


O CX é considerado por alguns entusiastas como o último verdadeiro Citroen, por manter o ADN da marca baseado na famosa “avant gard” da Citroen, ou seja a inovação em termos técnicos e no design, muito apreciada pelos Citroenistas. Como sabemos, depois da falência e já em 1976 a Peugeot assumiu o controlo da empresa mas alguma falta de investimento e de enfoque na marca acabou por descaracterizar muitos dos atributos inerentes à Citroen.
Na prática, o modelo foi vítima de uma série de vicissitudes, quer no seu desenvolvimento, quer na sua evolução e comercialização, que acabaram por limitar de alguma forma o seu sucesso, claramente inferior ao DS, um modelo marcante no seu tempo.
Neste capítulo, a situação difícil e posterior falência da Citroen em 1974 (envolvida em muitos projectos industriais em simultâneo), e que levou à sua compra pela Peugeot posterior também não ajudou. Em primeiro lugar, a situação difícil da empresa levou a um lançamento um pouco à pressa e por outro lado fez com que os posteriores desenvolvimentos do carro e que seriam críticos para o manter competitivo e inovador fossem relativamente lentos, isto porque a Peugeot tinha outros projectos em que pensar. A título de exemplo, só neste segmento a Peugeot tinha também o Peugeot 604 e o menos conhecido Talbot Tagora, a competir por recursos escassos. Se a fraca presença das marcas francesas nos carros de prestígio é hoje evidente, parece claro que foi nesta altura que se lançaram as sementes da decadência inexorável a que se assistiu posteriormente neste segmento (É uma opinião pessoal…).
Como bom exemplo pode realçar-se a questão da motorização. O CX foi inicialmente desenvolvido para ter motor um motor wankel de três rotores. No entanto, o motor acabou por ser considerado inadequado pela Citroen, por ser pouco económico, sendo o projecto descontinuado (o GS também chegou a ter este motor, mas que também foi descontinuado). Acontece que como os motores wankel requerem muito menos espaço, a zona do motor acabava por se revelar subdimensionada para um motor “adequado” às pretensões do carro. Assim, o CX acabou por surgir inicialmente com um motor mais “pequeno” de 2.0 e 2.2 litros e carburadores, quando o DS já tinha um motores de 2.3 litros e injecção com 141cv. O Diesel foi introduzido em 1978.
Só mais tarde, em 1977, surgiu um motor mais potente de injecção e 128 cv no CX GTi e apenas em 1984 (pouco antes da segunda série e 10 anos depois do lançamento) aparece finalmente um motor à altura do chassis. Foi o GTi Turbo. Entretanto, em 1983 tinha sido também lançado o 2.5 Turbo Diesel, tornando o CX o sedan diesel mais rápido do mundo, capaz de atingir velocidades até 195 km/h.
O carro acabou por ganhar uma reputação de que implicava custos de manutenção altos por causa da mal compreendida suspensão e dos outros componentes mais sofisticados, mas na prática foram outros componentes mais standard que demonstraram alguns problemas (motor de arranque, componentes eléctricos e mesmo a carroçaria). Infelizmente, a Citroen não conseguiu corrigir algumas falhas tão rapidamente quanto necessário para inverter essa ideia. Quem teve um Citroen com suspensão hidro-pneumática, como eu, sabe que as críticas eram algo injustas no que respeita à suspensão, mas a verdade é que esta imagem negativa acabou por ficar associada à suspensão e aos Citroen dos segmentos superiores.
Em 1985 foi lançada a segunda série do CX, com alterações sobretudo estéticas (pára-choques em plástico, espelhos e frisos novos em plástico, como se usava na altura), mas apesar de algum interesse inicial da imprensa e do público, não foi possível relançar as vendas, que ascenderam a apenas 35.000 unidades em 1986 e novamente em 1987.

Em 1989, a Citroen deixou de produzir os sedan de quatro portas, ficando a Heuliez (carroçador francês) com um contrato para continuar a produzir as carrinhas. Em 1991, a produção do CX foi definitivamente descontinuada.

O CX acabou por ter uma vida útil bastante longa, mas o seu sucesso ocorreu sobretudo nos primeiros anos. Na prática a Citroen nunca mais conseguiu recuperar o anterior prestígio que tinha no segmento, entre outros motivos, devido à imagem que se criou por esta altura e à manifesta falta de investimento do Grupo PSA na Citroen, nomeadamente em inovação, no design e na imagem da marca.

O CX 2400 GTI

Esta versão surgiu em 1977. Usava o motor de 4 cilindros do DS 23 e estreava a sigla GTI. Não tendo um motor fabuloso, o carro destacava-se pela sua capacidade de rolar muito rápido e com um grande conforto, um pouco à imagem do SM… Este é o carro que se mostra aqui.

Umas fotos do real…














Citroen CX 2400 GTI (1977) - Norev

A miniatura é uma Norev e parece-me não perfeita, mas bastante bem. O modelo de base é um dos CX iniciais, menos elaborado que outros modelos que foram aparecendo mais tarde. A miniatura é bastante fiel aos detalhes do carro real, nomeadamente no exterior. A grelha, os faróis e alguns detalhes estão mesmo bastante bem. É uma pena que não abra as portas traseiras, no entanto. Era algo que eu esperava da Norev, tendo em conta as últimas criações da marca.

No motor, sendo razoável, também esperava um pouco mais. O interior parece-me adequado, com excepção de um ou outro pormenor, mais plástico. Depois o fundo do carro nem está nada mau e tem suspensão funcional, como se pode ver nas fotos.

Depois vem o problema… o raio da pintura. A cor da portas dianteiras e do capot não bate com o resto do carro. Nota-se e muito!

Mais, pelo que vi o problema não é só deste mas de todos as unidades desta série. Pena que eu não vi quando o comprei, porque o tinha devolvido… Uma autêntica desilusão para um Norev!

Em todo o caso, para um citroenista como eu, é imprescindível… e não consegui resistir a comprar um, logo que saiu…

Vamos às fotos.













Continua…
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