Autor Tópico: Colecção Commendatore - 1/43  (Lida 364938 vezes)

Offline GTR74

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Re: Colecção Commendatore - 1/43
« Responder #3195 em: 21 de Setembro de 2020, 17:53:45 »
Sempre um prazer visitar este cantinho gaulês e sempre um prazer apreciar um DS19.  [:clap:]

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Re: Colecção Commendatore - 1/43
« Responder #3196 em: 01 de Dezembro de 2020, 17:05:53 »
Obrigado a todos pelos comentários.
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Há já uns valentes anos, escrevi neste tópico umas linhas sobre os Bugatti Royale, o nome não oficial com que a gama Type 41 passaria à posteridade. Na altura, eu não tinha a miniatura de uma das carroçarias mais famosas, o Coupé de Ville Napoléon, que aqui mostro hoje.

A história dos Type 41 daria um livro por si só: estávamos numa época em que o mesmo châssis recebia diversas carroçarias ao longo da sua vida, de acordo com a conveniência e gosto do proprietário. O châssis 41100 deste modelo é um exemplo disso mesmo, havendo fontes que indicam que esta foi a quinta carroçaria a ser montada nesta base, que seria também a do protótipo original de 1927.

Em termos mecânicos, este châssis em específico teria um motor de oito cilindros em linha com cerca de 14,7 litros, capaz de debitar cerca de 300cv e atingir os 160km/h: para os loucos anos 20 e uma máquina com 3 toneladas, estes eram os números da desmesura: o Royale pretendia-se o automóvel superlativo, e a verdade é que, passados 90 anos, continua a impor muito respeito e a passar essa imagem de extremo luxo e exclusividade.

A esta exclusividade não é alheio o facto de só terem sido fabricados seis (ou oito, consoante a fonte) Royale, dos quais apenas três encontraram dono na sua época: o carro feito a pensar em reis era demasiado caro até para os mais abastados, numa época de crise económica.

Voltando ao Coupé Napoléon, foi utilizado pessoalmente por Ettore Bugatti, tendo estado na posse da família até 1963, data em que foi comprado pelos irmãos Schlumpf. Hans e Fritz Schlumpf tinham nascido em Itália e encontravam-se radicados na Alsácia, um curioso paralelismo com a vida do próprio Ettore Bugatti. Em Mulhouse, fundaram uma fiação de lã - um negócio que se veio a tornar muito bem sucedido, a ponto de tornar os irmãos milionários. Parte do dinheiro que acumulavam, era investido a comprar automóveis de todos os tipos, mas com prevalência de clássicos, que armazenavam nas instalações da fiação.

Com os conflitos sociais da década de 1970 e o fecho da fábrica, veio-se a descobrir o fabuloso acervo de clássicos, incluindo exemplares de marcas como Bugatti, Rolls-Royce ou Panhard. Este acervo converteu-se rapidamente num museu, primeiro por via de uma associação, mas depois já plenamente integrado como Cité de L'Automobile - Musée National, tendo recebido cerca de 100 automóveis para somar ao conjunto de 400 da era Schlumpf. Com cerca de 100 Bugatti em exposição, donde os Royale Coupé de Ville NApoléon e Roadster Esders (réplica), não se pode dizer que a coleção original fosse decepcionante!


Em relação à miniatura da Ixo, se se atender ao preço a que a comprei, é uma proposta honesta: os cromados e detalhes estão mais aprimorados que na versão de fascículo. Ainda assim, continua a perceber-se que este carro pedia uma reprodução na Minichamps Museum Collection, ou no catálogo Spark. De facto, o azul da pintura de dois tons parece-me ser o tom errado, tal como são erradas as listas brancas nos pneus, e a miniatura não sai valorizada ao ocupar a quase totalidade de uma caixa 1/43 comum, pensada para miniaturas mais pequenas.


Fonte: "Les voitures les plus extraordinaires du siècle", Musée National de l'automobile - Collection Schlumpf


Bugatti Type 41 "Royale" Coupé de Ville Napoléon (1927)
IXO
















Offline GTR74

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Re: Colecção Commendatore - 1/43
« Responder #3197 em: 03 de Dezembro de 2020, 16:30:34 »
UAU!!! Só me vem à cabeça... QUE IMPONÊNCIA!!!  [:clap:] [:clap:]

Offline zwaenepoel

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Re: Colecção Commendatore - 1/43
« Responder #3198 em: 03 de Dezembro de 2020, 20:12:14 »
É de facto uma pena que a Minichamps não tenha pegado nele para a série Museum Collection.
Merecia.
Até porque o carro é tão grande (até sai fora da caixa IXO) que ficava mesmo bem na apresentação da referida coleção.

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Re: Colecção Commendatore - 1/43
« Responder #3199 em: 04 de Dezembro de 2020, 00:44:37 »
Viva João

Só mesmo a Bugatti para nos brindar, à época, com carros imponentes, luxuosos e claro exclusivos como este Type 41.
Não deixa de ter uma combinação de carroçaria estranha. A miniatura da Ixo está muito boa mesmo, mas sou mais um que fica com pena de a Minichamps, na coleção Museum, não o ter produzido. Nota especial, os 4 vidros no tecto, detalhe original e... O chauffeur vai à chuva!!  [:cheesy:]
O modelo já conhecia, a história não. Excelente introdução como habitualmente.

Belíssimo modelo João.

Grande abraço


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Re: Colecção Commendatore - 1/43
« Responder #3200 em: 17 de Dezembro de 2020, 23:15:18 »
Obrigado a todos pelos comentários!
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Desaparecida nos tempos que correm, a Saab é uma marca normalmente relembrada pelos seus modelos com motor Turbo, estilo diferenciado e pequenas idiossincrasias como o canhão de ignição na zona entre os bancos da frente.

No entanto, vale a pena recuar um pouco no tempo, para percebermos que os primórdios da marca sueca se caracterizavam por aspetos hoje mais esquecidos. A Saab foi fundada em 1937 como fabricante de aviões, com o nome a resultar do acrónimo de Svenska Aeroplan Aktiebolaget - algo como "Companhia de Aeronáutica Sueca". Com o final da segunda grande guerra, em 1945, a Saab decidiu entrar na produção automóvel, tendo concebido uma série de quatro protótipos (os 92001 a 92004) a partir de 1947.

Esta série de protótipos foi desenvolvida por uma equipa de dezasseis pessoas, e visava a criação de um modelo popular sueco. A Saab chegou a comprar modelos Volkswagen, Opel Kadett e Hanomag, de modo a estudá-los e trazer conhecimento sobre o fabrico de automóveis para uma empresa mais habituada aos aviões.

Ainda assim, os protótipos de 1947 seriam tudo menos convencionais: com tração dianteira, motor transversal e construção monocoque, eram modelos muito inovadores - recorde-se que o célebre Mini (com motor transversal) só viria a surgir doze anos depois, e que poucas marcas além da Citroën recorriam à tração dianteira. Além disso, a carroçaria era bastante aerodinâmica, com um coeficiente de penetração de 0,30, valor que ainda é muito aceitável na atualidade. Por forma a melhorar a resistência, a carroçaria era obtida de uma peça de metal que era estampada e à qual eram posteriormente retiradas as janelas e pára-brisas.

O 92001 tinha um motor de dois cilindros e 18cv, e foi testado durante 530 mil quilómetros. As ideias foram trabalhadas e reconduzidas para o modelo 92, o primeiro Saab de estrada, em 1949.


O 92001 também é conhecido por "ursaab" ("Saab original") e foi recentemente reproduzido para a coleção Saab, pela Atlas. Na verdade, trata-se de uma reprodução francamente boa para um modelo dos fascículos: sim, a simplicidade das linhas ajuda, mas não é menos verdade que os cromados se apresentam corretos, e que os próprios faróis estão bastante aceitáveis. A base da miniatura é bem conseguida, e a caixa com ilustrações de modelos da Saab resulta bonita, mas talvez o ponto mais fraco do conjunto seja mesmo a opção por uma proteção plástica em vez da caixa em acrílico: de qualquer modo, nada de muito grave neste patamar de preços.


Fonte: Conceptcarz (consultado a 17/12/2020)


Saab 92001 "ursaab" (1947)
Atlas
















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Re: Colecção Commendatore - 1/43
« Responder #3201 em: 17 de Dezembro de 2020, 23:47:24 »
Viva João

Este, deve ter sido um dos primeiro "Sierra Alpha Alpha Bravo" (lembro-me sempre disto quando vejo um Saab). E pelo que sei do modelo tinha muita dificuldade na travagem... Se é que se podia chamar de travagem. Li umas coisinhas algures sobre o tema.

A Atlas, acertou no molde da miniatura, está muito fiel ao 1:1. A cor só poderia ser esta se bem que houve um num tom de azul acinzentado, penso.
Detalhes simples, tal como o carro em si mas eficazes.

Muito bom este modelo Saab.

Grande abraço


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Re: Colecção Commendatore - 1/43
« Responder #3202 em: 18 de Dezembro de 2020, 13:02:54 »
Que delícia de miniatura! Tão lindo!

Mais uma excelente introdução!  [:clap:]

Offline numiro43

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Re: Colecção Commendatore - 1/43
« Responder #3203 em: 18 de Dezembro de 2020, 17:25:26 »
João, muito bom. De facto é bom saber um pouco da história da Saab e deste modelo em concreto que foi a origem do Saab 92 e 96 que tiveram tanto sucesso nos rallys, muito devido à sua tração frontal tornava se um carro ágil e muito directo. Apesar do seu design pouco desportivo e mais familiar sempre simpatizei com ele.
Nuno Rocha
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Re: Colecção Commendatore - 1/43
« Responder #3204 em: 23 de Dezembro de 2020, 22:25:46 »
Obrigado a todos pelos comentários.
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Retomando hoje o tema das séries especiais do Citroën 2CV, mostro-vos uma declinação lançada em 1983 numa série de 2000 exemplares.

A ideia continuava a ser a que se iniciara em 1976 com o Spot: à base de decorações apelativas, dinamizar as vendas de um modelo lançado em 1948, e que sofria a concorrência interna dos LN, Visa e Dyane. Deste modo, era fácil arranjar pretextos para lançar estes 2CV vocacionados para um público mais jovem. Em 1983, o veleiro France 3 participava na Taça da América e, por forma a assinalar essa ocasião, a Citroën decidiu pegar no 2CV em branco "Meije", dotá-lo de listas azuis em forma de onda, tampões cromados e um interior com cores a condizer... et voilà, mais uma série especial disponível.

O France 3 teria uma nova série em 1984, igualmente de 2000 exemplares. Esta série especial conheceria declinações para o mercado espanhol (Transat) e inglês (Beachcomber), que apenas se distinguiam por não terem o autocolante alusivo ao veleiro na tampa de mala.


Esta reprodução da Norev reproduz com fidelidade suficiente o 2CV France 3, caracterizando-se por um molde e pintura certeiros, incluindo até um interior com as cores reais. Se o facto de a imagem do veleiro, a azul, não estar muito fiel às cores do original, isso desculpa-se face ao facto de a miniatura ter sido distribuída na coleção 2CV. Em todo o caso, a falta do retrovisor é mais complicada de explicar.


Fonte: "Citroën 2CV sur les cinq continents", Aurélien Charlie, ETAI


Citroën 2CV France 3 (1983)
Norev













Desejo a todos que, mesmo neste momento tão peculiar, passem um feliz Natal!
« Última modificação: 23 de Dezembro de 2020, 22:29:17 por Commendatore »

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Re: Colecção Commendatore - 1/43
« Responder #3205 em: 23 de Dezembro de 2020, 22:42:44 »
Viva João!

Mais um série especial do famoso 2 cv, de entre dezenas que teve.
Já conhecia o modelo, mas não a história, ligada a corridas de veleiros, da versão em particular. Sempre bom aprender um bocadinho mais por aqui neste cantinho.

Apesar da simplicidade da miniatura, olha que tem uns bancos de fazer inveja a muita miniatura, dita superior.

Grande abraço João!


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Re: Colecção Commendatore - 1/43
« Responder #3206 em: 02 de Janeiro de 2021, 17:31:19 »
Obrigado pela tua visita, Pedro!
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Ao chegar ao final do século XX, a Citroën atravessava um momento peculiar: a sua gama era dominada por modelos sem grande destaque a nível de estilo ou inovações, mas que acabavam a conquistar vários clientes pela sua fiabilidade e conforto. Assim, a marca do grupo PSA poderia ser salva do declínio por modelos sem grande personalidade, mas que permitiriam angariar o dinheiro necessário para investir em modelos mais interessantes.

Havia, porém, duas excepções a este paradigma: o Xantia e o XM, que continuavam a reivindicar a sua especificidade Citroën com a suspensão oleopneumática e um design diferente da concorrência. Ainda assim, o XM aproximava-se do seu fim de vida e, verdade seja dita, o próprio Xantia não perduraria por muito mais tempo: o restyling e o motor 2.0HDi de 1998 viriam a trazer uma lufada de ar fresco à gama, mas a estética (sobretudo do interior) começava a parecer datada.

Fiel a uma estratégia usada em crescendo desde os anos 80, a marca do double chevron apostou fortemente na criação de protótipos para os salões automóveis da década de 1990: com o sucesso comercial dos AX, ZX, Saxo e Xantia, a Citroën podia almejar a voltar a fazer carros mais diferenciados, se bem que lançar modelos completamente fora do baralho, como o DS19 em 1955, era uma jogada que a sensatez dos tempos já não permitia.

Assim, a gama do início do século XXI foi testada sob a forma de protótipos, por forma a aferir a recetividade do público: queria-se modelos com a irreverência associada à marca parisiense, mas que não alienassem clientes vindos de outras marcas. Foi assim que se percebeu que a futura gama apostaria nos monovolumes compactos (protótipos Xanae em 1994, e Xsara Picasso em 1998), que o futuro utilitário evocaria as curvas do 2CV (protótipo C3 Lumière em 1998)... mas qual o caminho para a gama alta?

A resposta a esta questão surgiu no salão de Genebra em 1999, com um protótipo que perfigurava o sucessor do XM: baptizado C6 Lignage, em honra do primeiro modelo de prestígio da marca, era um concept car desprovido de motor e destinado apenas a afirmar que a Citroën estava de volta à via da criatividade. A nível estético, o carro destacava-se de qualquer outro modelo de prestígio, com a silhueta a evocar o CX e o seu vidro traseiro côncavo; janelas em forma de double chevron no tejadilho completavam o protótipo assinado por Mark Lloyd. Apesar de o modelo ser estático, a Citroën fez questão de enfatizar a tónica tecnológica do seu futuro tipo de gama, indicando que este iria dispor de sistema de navegação, comandos da climatização por voz, bancos adaptáveis e com massagem nos quatro lugares ou mesmo alerta de fadiga para o condutor.

O C6 Lignage foi, regra geral, bem recebido: para os citroënistas, era um sonho; para os restantes, era um modelo mais discutível mas que prometia avivar um segmento extremamente conservador. Previa-se que o modelo de série, designado simplesmente por C6, chegasse à estrada em 2003, sendo que durante algum tempo o C5 asseguraria a substituição dos Xantia e XM. No entanto, o modelo acabou a só estar disponível em 2006 - apesar dos seus atributos, entrou demasiado tarde num segmento cada vez mais dominado pelos alemães, e a estratégia comercial aleatória da Citroën acabou a ditar que aquele que tende a ser considerado como o "último grande Citroën" tenha tido uma carreira mal sucedida.


A Franstyle continua a dedicar-se aos protótipos Citroën, reproduzindo-os em pequenas séries em resina. No caso deste C6 Lignage, há aspectos muito positivos, mas também muito negativos. Começando por estes, os pneus têm um perfil demasiado alto e, sobretudo, as jantes são reproduções medíocres das do protótipo de 1999 - incompreensível num modelo vendido acima de 70€! Por outro lado, o molde e a pintura estão irrepreensíveis, tal como o próprio interior, suficientemente detalhado e fiel ao original.


Fonte: Citroënët (consultado a 2/1/2021)


Citroën C6 Lignage concept car (1999)
Franstyle



















Aproveito para vos desejar um excelente ano 2021!

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Re: Colecção Commendatore - 1/43
« Responder #3207 em: 02 de Janeiro de 2021, 21:32:28 »
Viva João!

Olha olha o carro sem motor!  [:lol02:]

Já conhecia este  [:wink01:]

No entanto o que mais surpreende, tendo em conta que as suas linhas se aproximam bem do carro que acabou por dar origem, é a sua história/contexto.

Mais uma vez, sempre a aprender por aqui neste cantinho.

A miniatura, resinada, produzida pela Franstyle está impecável e com pormenores que provavelmente não sairiam tão bem numa miniatura que não fosse resinada.
Nota especial para as ópticas traseiras e tejadilho.

Mais um excelente modelo, e raro para  ir completando a tua colecção!

Grande abraço


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Offline GTR74

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Re: Colecção Commendatore - 1/43
« Responder #3208 em: 08 de Janeiro de 2021, 18:42:13 »
A linhagem está toda lá! Interessante este Citroën C6 Lignage concept. Pena de facto os pormenores assinalados.

 [:happy14:]

Offline joaofo

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Re: Colecção Commendatore - 1/43
« Responder #3209 em: 13 de Janeiro de 2021, 16:36:51 »
sempre a supreender que belas miniaturas.
João Fonseca