Autor Tópico: The X-Garage 18 - W Motors Lykan HyperSport  (Lida 355460 vezes)

Offline Blaave

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Re: The X-Garage 18 - Chevrolet Corvette XP-87 Stingray Racer
« Responder #3195 em: 21 de Setembro de 2019, 17:14:58 »
Confesso que gostei de apreciar este Vette! Um classico com um estílo futurístico! [:smile:]
Já possuí corvettes na minha coleção, os mais antigos mas este não o consegui apanhar na altura...

Belo Vette! [:happy14:]

Se Deus fosse um carro, certamente seria um F40!

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Re: The X-Garage 18 - Chevrolet Corvette XP-87 Stingray Racer
« Responder #3196 em: 21 de Outubro de 2019, 16:05:52 »
Confesso que gostei de apreciar este Vette! Um classico com um estílo futurístico! [:smile:]
Já possuí corvettes na minha coleção, os mais antigos mas este não o consegui apanhar na altura...

Belo Vette! [:happy14:]

Hehe, obrigado! Por cá também só moram Corvettes clássicos (pode ser que o pessoal se esqueça do Stingray Concept... [:whistle:])!

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Re: The X-Garage 18 - Chevrolet Corvette XP-87 Stingray Racer
« Responder #3197 em: 24 de Outubro de 2019, 22:35:55 »
Há tempo que não passava por aqui, mas gostei imenso de aprender sobre este Corvette especial. Muito bom texto, e uma análise completa sobre a miniatura.

Uma miniatura muito digna na sua qualidade, como disseste.  [:happy14:]

Offline zwaenepoel

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Re: The X-Garage 18 - Chevrolet Corvette XP-87 Stingray Racer
« Responder #3198 em: 25 de Outubro de 2019, 13:52:50 »
É sempre um gosto e um prazer perder largos minutos a ler a história do carro e a observar a enorme (e bem) quantidade de fotos da miniatura com que sempre nos brindas.

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Re: The X-Garage 18 - Chevrolet Corvette XP-87 Stingray Racer
« Responder #3199 em: 08 de Janeiro de 2020, 19:25:16 »
Há tempo que não passava por aqui, mas gostei imenso de aprender sobre este Corvette especial. Muito bom texto, e uma análise completa sobre a miniatura.

Uma miniatura muito digna na sua qualidade, como disseste.  [:happy14:]

E tendo em conta que já tem uns aninhos, ainda mais.

É sempre um gosto e um prazer perder largos minutos a ler a história do carro e a observar a enorme (e bem) quantidade de fotos da miniatura com que sempre nos brindas.

Folgo em sabê-lo. Obrigado por passares por cá!

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Re: The X-Garage 18 - Plymouth Prowler
« Responder #3200 em: 08 de Janeiro de 2020, 19:26:19 »
Continuando do lado de lá do Atlântico, algo... completamente diferente!

Plymouth Prowler - 1997 (Anson)

A vida do Prowler começou em 1993 pelas mãos da Plymouth como um protótipo que pretendia apresentar uma proposta retro-futurista do que seria um hot rod dos dias de hoje.  Os engenheiros e designers da Chrysler tiveram carta branca para desenhar o que quisessem dentro do conceito "hot rod" ou "sportster" e terá sido o amor pelos hot rods dos anos 30 do chefe de design Thomas C. Gale (que inclusive possui um Ford de 1932 "hot-rodded") que terá alavancado a opção pelo estilo hot rod. Uma influência logo nas primeiras fases do projecto é creditada a um projecto da Art Center College of Design patrocinado pela Chrysler que resultou na tese de um tal de Douglas "Chip" Foose, com um coupé mas que terá sido eventualmente transformado num roadster.



À boa maneira americana, a Chrysler achou que por motivos de redução de custos, a melhor opção seria utilizar a "prata da casa" em termos mecânicos. Assim, o chassis seria baseado na plataforma Chrysler PR, construído em alumínio unido e colado (com as suspensões dianteiras de duplos triângulos sobrepostos de comprimento desigual como conjuntos mola-amortecedor internos comandados por braços push-rod montados fora da carroçaria) e a carroçaria era também produzida essencialmente em alumínio e montada à mão Conner Avenue Assembly Plant em Detroit. Para colocar debaixo do capot, bem atrás do eixo dianteiro, a Chrysler optou por um V6 a 60º Chrysler EGG (retirado dos Chrysler LH, como é exemplo o nosso conhecido 300M) com árvore de cames simples à cabeça, 24 válvulas, injecção electrónica multiponto e 3517 cc que em 1997 debitava 217 cv às 5800 rpm e 300 Nm às 4000 rpm. Este transmitia a força às rodas traseiras através duma caixa automática de 4 velocidades 42LE com comando sequencial "AutoStick" montada junto ao diferencial, também ela retirada do 300M (já a manete vinha do Dodge Intrepid), fazendo do Prowler o último Plymouth de tracção traseira desde o Grand Fury em 1989 e antes da marca ser descontinuada em 2001. Outros elementos "emprestados" de outros modelos do Grupo são por exemplo o volante (do Jeep Grand Cherokee), as saídas de ventilação da Chrysler Voyager, o rádio e os comandos das janelas e luzes podem encontrar-se um pouco por todos os Chryslers dos anos 90, os trincos das portas no Dodge Viper, etc. Todo o conjunto pesava apenas 1270 kg e os 217 cv eram suficientes para o levar dos 0 aos 100 km/h em cerca de 7,5 segundos e uma velocidade máxima de 190 km/h. O poder de travagem era dado por 4 discos ventilados, estranhamente maiores no eixo traseiro que no dianteiro (330 mm atrás e 280 mm à frente), montados sob vistosas jantes de 17" à frente e 20" atrás, que calçavam Goodyear Eagle GS-D  EMT de medida P225/45 HR 17 à frente e uns enormes P295/40 HR 20 atrás.



O Prowler (como indica o símbolo inscrito nos bancos e no volante, o nome é sinónimo de um animal, um felino a rondar a caça), ao contrário do Viper, tinha algumas características que o pretendiam tornar um automóvel mais prático de utilizar no dia-a-dia como janelas eléctricas, fecho centralizado com comando (oriundo da Dodge RAM), duplo airbag, ar condicionado, auto-rádio com leitor de cassetes (leitor de CD múltiplo era opcional)  com comandos no volante, estofos em pele e até uma capota de lona (de abertura e fecho manual). Mas, por outro lado, tinha pormenores como a bagageira ridícula que abre para trás (tanto que um dos opcionais que a Chrysler disponibilizou foi um reboque desenhado com a forma da traseira do Prowler como opcional que custava $ 5.000) e cujo fecho só pode ser acedido do interior do habitáculo e a bateria está localizada à frente do radiados e dos conjuntos mola-amortecedor.



Desde que iniciou a produção em 1997 que uma das queixas mais recorrentes do Prowler era de que o motor era fraco. É certo que 217 cv não era muito mas se formos a comparar com os V8 Magnum que a marca vendia na altura, estes não eram mais potentes (por vezes até eram menos) que o V6 EGG; de facto, a diferença que podia ter feito era no que dizia respeito ao binário disponível que seria claramente superior nos V8 mas o maior "calcanhar de Aquiles" do Prowler era mesmo a caixa automática de 4 velocidades, de comportamento desinteressante para as aspirações do modelo. Em 1999, 2 anos e 457 unidades depois, a Chrysler implementou a versão "High Output" do V6 3.5 que, agora com bloco e cabeças em alumínio e taxa de compressão de 9,9:1 viu a potência subir para 257 cv às 6400 rpm e o binário para os 346 Nm às 3950 rpm, que permitiu ao felino melhorar o sprint dos 0 aos 100 km/h para cerca de 6 segundos e uma velocidade de ponta de 203 km/h. O modelo passaria também de estar disponível apenas em púrpura metálico para contar com 12 cores diferentes, algumas exclusivas como o "azul Midnight" da Mulholland Edition. Estas revisões impulsionaram as vendas, que nesse ano subiram para 3921 unidades, mas erros estratégicos como a subida contínua de preços de $ 38.300 em 1997 para $ 39.300 em 1999, $ 43.000 em 2000, $ 44.250 em 2001 e $ 44.625 em 2002 sem que tal se traduzisse em melhorias de equipamento ou outro valor acrescentado levaram a um declínio contínuo das vendas que em 2002, já sob o nome Chrysler, não ultrapassaram as 1500 unidades. Ao todo, após 5 anos de produção, em Fevereiro de 2002, saía de Conner Avenue o 11.702º e último Prowler produzido.



É certo que o design do Prowler é, no mínimo, pouco convencional (e nada consensual) mas ainda assim é salutar que hajam marcas que queiram "mandar as convenções às urtigas" e fazer um modelo louco de vez em quando pois, quando a coisa corre bem, é assim que nascem as lendas. E ainda assim, mesmo de pouca duração (e comercializado exclusivamente no mercado norte-americano), o Prowler deixou um legado para trás: foi possivelmente o primeiro de uma vaga de modelos revivalistas, tanto provenientes do outro lado do Atlântico como deste: o Chrysler PT Cruiser, os Chevrolet SSR, HHR, e Camaro, Fords Thunderbird e Mustang, Jaguars S-Type, XJ, X-Type e F-Type ou o Dodge Challenger. Em 1999 a Chrysler produziu ainda para salão SEMA desse ano uma versão especial denominada "Howler", que essencialmente era uma versão "pick-up" do Prowler, movido por um V8 PowerTech de 4,7 litros mas que, lá está, não ia além dos 250 cv... mas pelo menos já era acoplado a uma caixa manual de 5 velocidades Borg & Warner!



Relativamente à miniatura, é sabido que o nome "Anson" é suficiente para causar calafrios na maioria dos coleccionadores de miniaturas pelas suas peças... menos conseguidas. E se isso é, de modo geral, verdade na maioria das suas peças (particularmente as suas tentativas de reproduzir Ferrari ou automóveis mais modernos em geral), quem como eu colecciona clássicos e antigos sabe que nestes pode encontrar reproduções bem decentes. Assim, seria de esperar que esta representação da iteração original do Prowler de 1997 recaísse no primeiro grupo mas a verdade é até bem distinta. Sejamos francos: obviamente não temos um AutoArt ou CMC em mãos mas se o compararmos com outros modelos de baixo custo contemporâneos... até ficamos surpreendidos! Vejamos: antes de mais, tanto quanto o meu olho consiga analisar, as formas do estranho Prowler estão bem conseguidas, tanto em termos de proporções como de molde e o intervalo entre os painéis, embora não seja nem de perto nem de longe perfeito, está dentro do aceitável. E a pintura? Uma vez que fiz questão que o meu viesse no tal "púrpura metalizado" exclusivo do modelo de 1997 (há ainda pintado de amarelo, incorrecto para este modelo e bem menos interessante), foi com surpresa que verifiquei que a pintura é espessa e bem profunda, com um metalizado bem fininho, e sem que denote qualquer "casca de laranja". Ah, e o tom é uniforme ao longo de todos os painéis, tanto os metálicos como carroçaria, capot e portas como os plásticos, como é o caso dos guarda-lamas dianteiros (que incluem no molde, duma forma algo atamancada, o cubo das rodas). É, no entanto, pena que a grelha dianteira não seja aberta, é apenas uma peça única totalmente fechada e pintada à cor da carroçaria. Não tem mau aspecto mas falta-lhe qualquer profundidade. Os faróis também não estão maus demais embora as lâmpadas sejam os pontos de fixação das ópticas, os piscas dianteiros, a 3ª luz de travagem e os farolins traseiros são peças de plástico transparente correctamente coloridas e em que os pontos de fixação até são perdoáveis pois até imitam razoavelmente bem as lâmpadas originais. Já os piscas laterais e faróis de marcha-atrás são apenas pintados na carroçaria, à imagem do emblema da Plymouth presente no capot. Não há milagres... Por outro lado, as jantes estão muito bem conseguidas e os pneus idem, já que incluem os letterings dos perfis, perfeitamente legíveis! Sob estas, moram 4 travões de disco que incluem as pinças mas que são feitos num só molde. Uma vez mais, não há milagres! Por último, os pára-choques estão bem moldados (os de trás incluem os letterings "Plymouth" e "Prowler" em relevo) e as ponteiras de escape são fraquitas mas aceitáveis, assim como a tentativa de fazer uma chapa de matrícula, um simples autocolante. Vale pelo esforço!



Olhando para o interior, o que salta desde logo à vista é o painel de instrumentos de montagem central que, tal como no original, tem o quadrante pintado à cor da carroçaria e os manómetros são perfeitamente legíveis, assim como o auto-rádio (que aqui já é todo ele apenas um autocolante). O tablier é feito em plástico rijo preto, com textura a imitar cabedal que, não sendo perfeito, até não tem um grão exagerado e apresenta bastante definição na consola central (não tanto nas saídas de ventilação laterais). O mesmo nas cartelas das portas (portas as quais têm as "dog's legs" habilidosamente escondidas dentro do tablier quando fechadas), sendo que os comandos dos vidros aqui são apenas pintados. O volante também está bem conseguido, conseguindo inclusive ler-se "SRS Airbag" e perceber o símbolo do felino agachado e da buzina em relevo. A consola central também está bastante decente com o comando da caixa em plástico mole, assim como o encosto de braço central e os bancos, também eles de toque macio e incluindo o molde dos cintos de segurança. O fundo do habitáculo, como seria de esperar, não é alcatifado e apenas texturado, sendo possível encontrar também os escritos "Prowler" no tapete de cada ocupante, tal como o original. A tampa da bagageira abre da mesma forma que a original e debaixo encontra-se um compartimento pintado à cor da carroçaria, sem qualquer definição excepto a simulação da capota de lona de abertura e fecho manual. Ainda assim, no que diz respeito à capota, é mais um trunfo que este modelo traz na manga pois à imagem por exemplo do Ferrari 328 GTS, inclui a capota em plástico preto texturado que inclui o óculo traseiro em plástico transparente que, depois de colocada, quase parece que é fixa no modelo pois mal se percebem as folgas entre a capota, a tampa da bagageira e a moldura do pára-brisas. Bem porreiro! As palas do sol também foram reproduzidas, se bem que no mesmo molde do pára-brisas e parecem um pouco lustrosas demais.



Sob o capot (que abre IMENSO), o cenário também não é, de todo, mau: embora o colector de admissão, sub-chassis dianteiro, vasos de expansão, tubagens, suporte do capot e moldura do radiador todos estejam produzidos numa única peça, o certo é que variações de textura e pintura nos sítios certos fazem toda a diferença neste motor que, além disso e do bloco que se deram ao trabalho de representar em profundidade, não oferece muito mais em termos de detalhe. Uma vez mais, tendo em conta que se trata de uma peça de baixo custo, acho que dificilmente se podia pedir muito mais. Só podiam ter tido um pouco mais de cuidado quando fizeram o molde das escovas limpa pára-brisas juntamente com a cobertura da ventilação, há ali um espaço entre elas que devia ter sido recortada e está completamente preenchido. Por fim, uma nota para o fundo do chassis, no qual se deram ao trabalho de representar os elementos estruturais num plástico distinto dos painéis do fundo do habitáculo, assim como cárter do motor e diferencial traseiro, algo que muitos dos fabricantes de hoje em dia (incluindo aqueles que pedem 10x mais pelos seus modelos do que este pode custar) se esquecem que também faz parte dum automóvel.



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« Responder #3202 em: 08 de Janeiro de 2020, 19:27:27 »

















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« Responder #3203 em: 08 de Janeiro de 2020, 19:30:19 »

















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« Responder #3204 em: 08 de Janeiro de 2020, 19:31:15 »


















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« Responder #3206 em: 08 de Janeiro de 2020, 19:32:29 »


















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« Responder #3207 em: 08 de Janeiro de 2020, 19:33:00 »











 






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« Responder #3209 em: 08 de Janeiro de 2020, 19:34:42 »